segunda-feira, 22 de junho de 2015

CBF vê intriga de catalães, defende Dória e nega abandono de Del Nero a Neymar

Neymar deixou a concentração da seleção brasileira: 'Que sirva de aprendizado'.

A CBF nega que tenha abandonado Neymar, como diz o jornal catalão "Sport" nesta segunda-feira. Quem afirma isso é Walter Feldman, secretário-geral da entidade, que no domingo foi acusado pela mesma publicação de "falar mal de Neymar pelas costas".
"Estive lá o tempo todo e nosso acompanhamento da comissão técnica com o Neymar sempre foi muito presente. Acompanhamos muito o Neymar antes do episódio e depois do episódio, ele se manteve calmo o tempo todo, brincando muito no treino e participando da batucada dos jogadores. O que esses catalães fizeram é uma desinformação muito grande, eu não falaria mal de alguém como o Neymar, que é uma figura", disse Feldman, negando o suposto abandono.
"O Gilmar Rinaldi (coordenador da seleções da CBF) ficou o tempo todo conversando com ele, demos um encaminhamento saudável. O recurso pronto, fizemos tudo baseado na orientação da comissão técnica, do Marco Polo (presidente da CBF)", determinou o secretário.

A matéria dos catalães sugeriu um racha entre a CBF e Neymar, criticou a postura de Feldman, apontou que Del Nero abandonou Neymar e criticou o chefe da delegação brasileira no Chile, o empresário João Dória. O periódico espanhol menciona que o atacante ficou desamparado pela entidade brasileira no episódio que culminou em sua suspensão pela seleção brasileira e saída da Copa América, informações negadas pela confederação.

"Uma matéria como essa depois de tudo o que acompanhamos? A decisão de ele sair foi tomada com ele, ele achou melhor ir embora, tudo muito correto. Uma matéria boba dessas, sem sustentação? Tenho sido discreto e não falei jamais com alguém da Espanha. Não ouviram meu lado, foi um chute para criar intriga, sequer conheço o jornal. Às vezes o futebol tem o diz que me diz, fala uma coisa e fala outra. Faz parte um pouco isso de dizer o que você pensa. Isso da informação é complicado, pois compromete a responsabilidade da informação. Acho que o jornal rompeu com a responsabilidade da informação, pois além de ser inverídico produz instabilidade. Para o mundo do futebol a verdade é fundamental, reputo que foi uma grande desinformação", relatou o secretário, que está tentando se esclarecer com o camisa 10.
Jogadores da seleção brasileira se despedem de Neymar, que deixará o Chile nesta segunda.
"Estou mandando e-mail para ele, evidentemente é uma relação tranquila a nossa, com certeza não terá desdobramento. Não poderia deixar de comentar que o clima na comissão técnica é dos melhores", definiu Feldman.

"Um fato interessante é que estávamos aqui o dia seguinte à estreia da seleção e o comentário era de que onde chegaria o Neymar um dia, se ele será igual grandes craques do Brasil, se tornando o maior sem contar o Pelé. Pois ele vai ter indicadores, títulos e gols maiores do que até o Pelé, do que o Ronaldo, do que Zico, Kaká. Fizemos comentários de admiração, de respeito, pela explosão que ele teve de credibilidade. É uma figura inquestionável, só essas coisas acontecem e porque elas acontecem é que o futebol é genial. É por isso, imprevisível" , acrescentou.

Sobre a escolha do empresário João Dória durante a Copa América, Feldman declarou que o chefe de delegação não precisa ficar o tempo todo com o elenco, rebatendo a acusação dos catalães de que o agente fica viajando durante a competição.
"O Marco Polo está inovando na escolha do chefe da delegação, está fazendo uma coisa genial que é você abrir o espaço do futebol para gente que não é protagonista permanente do futebol. É uma demanda que existe no Brasil de que futebol é protagonizado por todos, toda a sociedade deve ter parcela de presença no futebol do Brasil. É bom abrir para alguém de fora conhecer e participar. Só que não tem necessidade do chefe da delegação ficar 24 horas com o grupo, o que ele precisa é fazer as relações diplomáticas institucionais com outros países, com consulados, com a embaixada, deixar a gente ter uma representação que não fica a cargo da comissão técnica. E algúem de foram das intimidades precisa estar só um pouco ao lado da comissão, não precisa estar o tempo todo ao lado e nem deve, são habilidades diferentes, é bom para mostrar para eles que existe uma representação oficial. A CBF não, a CBF tem que estar o tempo todo que for necessário do campo jurídico e satisfazer necessidades que a comissão técnica porventura tenha. Por exemplo, um jogador que venha a ter algum tipo de emergência, a CBF atua com a sua estrutura, questões relativas a logística. Temos que dar apoio e a CBF é importante, mas o chefe não é da relação institucional. Tem que estar presente, mas não o tempo todo. Eu por exemplo estive presente em todas as refeições, todos os treinos, mas sou da CBF, o chefe não precisa estar o tempo todo", analisou Feldman.
Por fim, o secretário saiu em defesa de Del Nero, após os catalães dizerem que o presidente da CBF abandonou Neymar "com medo de sair de seu país e acabar detido como seu antecessor".
"Eu acho que aí tem a tal da quebra da instituição, tem a presunção da inocência. O Marco Polo não tem envolvimento com nenhuma acusação. A denúncia que veio da Suiça trouxe o presidente de volta para tomar rédeas do comando da CBF em um momento dificil que não passava. Temos questões a ser plantadas no dia a dia em que são imprescindíveis a presença dele. O Marco Polo ficou aqui para ver, por exemplo, a reforma administrativa, ele ficou muitos dias elaborando propostas para apresentar às federações. Foi a primeira grande reforma da CBF e não poderia ter sido feito por outra pessoa que não ele, ele presidiu a reunião para discutir a visão dos clubes sobre medida provisória. Dei alguns exemplos de questões que são importantes e em breve terá a instalação da CPI, temos que estar atentos a isso, ao material que porventura parlamentares solicitam. E realmente se me perguntassem diria que o Marco Polo é fundamental aqui, pois os pares dele estão o representando lá no Chile", finalizou Feldman.

Xuxa se recusa a atender as ligações de Gugu e ignora convite do apresentador

Xuxa ignora convites de Gugu para participar de programa, diz colunista, nesta segunda-feira, 22 de junho de 2015

Xuxa já gravou com Rodrigo Faro para o programa "A Hora do Faro", foi entrevistada pelo "Domingo Espetacular" logo depois de fechar sua contratação com a Record, mas não quer saber de falar com Gugu. O apresentador, que chegou a tirar uma foto com a colega de emissora para comemorar sua vinda à casa, tem sido ignorado pela ex-Global, segundo informou o colunista de TV Ricardo Feltrin, nesta segunda-feira (22).
Contratação do ano, a mãe de Sasha teria deixado em aberto sua participação no "Programa da Sabrina", "Domingo Espetacular", "Hoje em Dia", "Legendários" e na "Hora do Faro", no qual esteve neste domingo (21), e falou sobre detalhes sobre sua estreia na casa, mas no programa de Gugu, a loira ainda não confirmou presença. Ainda de acordo com colunista, Xuxa tem ignorado os convites que ele tem lhe feito mesmo com a insistência do apresentador, que recentemente impôs a exibição do seu programa às quarta-feiras mudando o dia da atração de Xuxa na nova emissora. Ela estreia no dia 10 de agosto, uma segunda-feira.
Apresentadora não gostou de 'homenagem' de Gugu e o processou
Ainda de acordo com o colunista, Xuxa não aceita ir ao programa de Gugu por causa do episódio que envolveu uma capa da apresentadora feita para a revista "Playboy". No quadro apresentado por Gugu em um programa exibido em 2012, ele mostrava o antes e depois dos famosos, no decorrer dos anos, com a intenção de homenagear os artistas. Porém, o intento foi um tiro no pé.
Na ocasião, o apresentador mostrou fotos de Xuxa clicadas para a publicação masculina, o que levou a apresentadora a processar a emissora e também Gugu alegando invasão de privacidade e exposição desnecessária de sua imagem. As fotos em questão (do antes e depois), exibiam Xuxa de biquíni - na primeira - e também vestida.
A apresentadora ganhou o processo contra Gugu e contra a Record, que teve desfecho em outubro do ano passsado. Por causa disso, aliás, a relação de Xuxa com a emissora foi um empecilho na contração, mas tudo foi resolvido. Porém, o imbróglio com Gugu permanece até hoje, segundo o colunista. O apresentador, que voltou à Record em fevereiro, nunca se desculpou e não foi "perdoado". Ele teria tentado entrar em contato com Xuxa após saber da chegada da apresentadora à emissora do Bispo, mas não obteve retorno.

CBF antecipa Chapecoense x Sport para 16h do sábado

Sport enfrentou a Chapecoense na segunda fase da Copa do Brasil.

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) alterou o horário do jogo do Sport contra a Chapecoense, no próximo sábado, pela nona rodada da Série A. Inicialmente, a partida estaria aconteceria às 18h30, na Arena Condá. Mas como o Brasil enfrenta o Paraguai pelas quartas de final da Copa América, o jogo foi antecipado para 16h. O local está mantido.
O Sport vai encarar o time catarinense pela terceira vez na atual temporada. Ambos se enfrentaram pela segunda fase da Copa do Brasil em duelo bastante equilibrado. A Chapecoense venceu por 2×0 em casa e o Sport devolveu o placar na Ilha do Retiro. Na disputa por pênaltis brilhou novamente estrela do goleiro Magrão – hoje recuperando-se de contusão – e o Leão avançou.
O time pernambucano é o atual líder do Brasileirão com 18 pontos e vem numa série de 15 jogos de invencibilidade pela primeira divisão, somando-se as sete últimas rodadas da competição no ano passado.
RENÊ – O presidente da Federação Pernambucana de Futebol, Evandro Carvalho, afirmou, em visita à redação do Jornal do Commercio, que o lateral-esquerdo Renê teria uma proposta de R$ 4 milhões do futebol italiano, informação rechaçada pelo vice-presidente do clube, Arnaldo Barros.

PT está velho e perdeu utopia, diz Lula, que prega “revolução” na sigla

Foto: Heinrich Aikawa/Instituto Lula

Da FolhaPress
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pregou, nesta segunda-feira (22), uma “revolução” no PT e afirmou que a sigla tem os vícios de todo partido que cresce e chega ao poder. “Não sei se o defeito é nosso, se é do governo. O PT perdeu a utopia”, afirmou.
Lula disse ainda que os correligionários “só pensam em cargo, em emprego, em ser eleito”.
“Nós temos que definir se queremos salvar nossa pele, nossos cargos, ou nosso projeto”, discursou ele, durante seminário “Novos desafios da democracia” promovido pelo Instituto Lula com a presença do ex-primeiro-ministro espanhol Felipe Gonzalez.
Filiado ao PSOE (Partido Socialista Operário Espanhol), ele foi convidado a falar sobre a experiência de seu partido ao se reerguer após denúncias de corrupção. A sigla ficou nove anos fora do poder na Espanha até conseguir voltar ao governo, quando José Luis Zapatero foi alçado ao cargo de primeiro-ministro (2004-2011).
‘AFLIÇÃO POLÍTICA’ – Gonzalez disse acreditar na possibilidade de o Brasil implementar medidas anticíclicas. Segundo ele, o ajuste fiscal praticado pelo governo Dilma Rousseff vai durar cerca de um ano. Avalia, porém, que o Brasil tem “muita capacidade de investimento que pode ser concretizado neste momento”.
“Eu entendo a aflição que existe [no Brasil]. Acredito que seja mais por motivo político do que pela situação econômica.”
O evento foi aberto pelo presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, convocado a prestar depoimento à CPI da Petrobras na Câmara para explicar as doações de R$ 3 milhões feitas ao instituto pela empreiteira Camargo Corrêa, investigada no esquema de corrupção da Petrobras.
Em sua fala, Okamotto questionou a democracia no Brasil e disse que as redes sociais a “complicam”. Ele definiu democracia como “exercício solitário de pensar o que é bom para as pessoas” disse que fica “com uma grande pulga atrás da orelha” sobre como consolidá-la no país.
“Estamos muito distantes do mundo desenvolvido, do mundo rico”, afirmou.
Segundo ele, a “democracia está ainda mais complicada” com o advento das redes sociais. Okamotto apontou o apoio popular à redução da maioridade penal e o fracasso da reforma política como ameaças.
“Todo mundo quer uma classe política melhor. Mas essa reforma política, para mim, é uma decepção”, discursou.
INTERNACIONAL – Participante do encontro, o ministro da Educação, Renato Janine, afirmou que governos eleitos estão “sofrendo fortes ataques” na América Latina. E perguntou a Gonzalez sua opinião a respeito.
O espanhol – um dos críticos do governo Maduro- respondeu que um governo que não respeita as forças políticas de seu país perde a legitimidade, as eleições e a natureza.
Questionado especificamente sobre sua viagem a Venezuela, Gonzalez disse que está “preocupado” com a crise enfrentada pela Venezuela porque acha improvável que o governo esteja aberto ao diálogo. “Não acredito em conspiração internacional golpista para derrubar os governos”, disse.
Ele disse ainda que está preocupado com ondas de intolerância no Brasil. “Vejo sinais de intolerância. Fico preocupado porque o Brasil é um país de tolerância, de convivência.”
Ao lado de Gonzalez, Lula também criticou o assassinato do ditador Sadam Hussein. “Alguma vez ele te causou problema?”, perguntou a Gonzalez.
A programação original não previa um discurso de Lula -o petista pediu a vez quando o tema foi imprensa. Ao ouvir o debate sobre Venezuela, Lula mandou um bilhete para a assessora Clara Ant, que presidia a mesa, avisando a intenção de falar.
“Nem tem muita oposição aqui. A oposição [no Brasil] é pela imprensa”, disse ele, defendendo a regulamentação da mídia e afirmando que “nove famílias controlam” o setor no país.

SÃO JOÃO 2015! Zezé Di Camargo e Luciano levam repertório diversificado para Caruaru... A dupla se apresenta na 'Capital do Forró' no próximo sábado (27), no Pátio de Eventos Luiz Gonzaga

Zezé Di Camargo e Luciano fazem show no próximo sábado (28), no São João de Caruaru / Divulgação

Zezé Di Camargo e Luciano fazem show no próximo sábado (28), no São João de Caruaru

Divulgação

No próximo sábado (27) a dupla Zezé Di Camargo e Luciano chega à Caruaru para o show da turnê Flores em Vida - com um repertório do álbum homônimo dos cantores e outros sucessos de carreira. No palco, telas de Led com imagens de clipes sincronizadas às músicas, incrementam a apresentação, que acontece no Pátio de Eventos Luiz Gonzaga, a partir das 20 horas. O acesso é gratuito.
O set list do show na 'Capital do Forró' já está pronto. A dupla abre com a música Sonho de Amor e segue com Pra Mudar a Minha Vida, Pior é te PerderA Ferro e Fogo Pra não Pensar em Você, entre outras canções. O repertório se encerra com Você Vai VerPão de Mel e a agitada Mexe que é Bom.
Veja o repertório completo do show que a dupla apresenta nos festejos juninos de Caruaru, no próximo sábado (27):
Sonho de Amor
Pra Mudar a Minha Vida
Pior é te Perder
A Ferro e Fogo
Pra não Pensar em Você
Do Seu Lado
Criação Divina
Dou a Vida por um Beijo
Coração Está em Pedaços 
Na Hora H
Como um Anjo
Sem Medo de Ser Feliz
Telefone Mdo/Ainda Ontem Chorei de Saudade
Mentes Tão Bem
O Defensor
No Dia em Que Saí de Casa
É O Amor
Flores em Vida
Você Vai Ver
Pão de Mel
Sonho de Amor
Mexe que é Bom

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Juiz que irritou Neymar já foi agredido, deixou expulso jogar e admitiu erros

Neymar reclama por ter recebido amarelo de Enrique Osses

Enrique Osses, de 41 anos, é um dos árbitros mais experientes do futebol sul-americano. Mas toda a bagagem apitando jogos importantes não lhe deixa fora das polêmicas. Pelo contrário: o chileno tem em seu histórico casos de confusões, agressões sofridas e até problema com cartões durante as partidas.


Osses foi o responsável por apitar Brasil 0x1 Colômbia, no Estádio Monumental, em Santiago, na última quarta-feira, e expulsar Neymar já depois do apito final. O atacante, que atingiu Pablo Armero ao dar um chutão com a bola e se estranhou com Carlos Bacca, se irritou por ter recebido um amarelo em uma chance na qual a bola tocou seu braço.

"Tem que usar as regras contra mim. O cara limpou a espuma e não tomou amarelo, eu tomo. A bola pegou na minha mão, tomei amarelo. Coloca juiz fraco pra apitar, acontece isso. Não me tirou do sério, não. Só fico puto com os árbitros que não apitam direito. Vou falar o quê? Já foi, aconteceu. Comigo acontece de tudo. Essas coisas têm que ser vistas", falou o jogador do Barcelona nos vestiários.


As reclamações contra o árbitro chileno também aconteceram por parte do técnico Dunga e do meio-campista Elias, que citaram sua atuação em Corinthians x Guaraní-PAR pela volta das oitavas da Libertadores deste ano, quando ele expulsou dois atletas alvinegros - Jadson e Fábio Santos.

Na carreira, Enrique Osses ficou conhecido ao apitar o jogo Barcelona-EQU x Nacional-URU da Libertadores em 2013 e dar dois cartões amarelos ao zagueiro Alejandro Lembro, mas não expulsá-lo. Ele permaneceu ainda cinco minutos em campo antes do juiz perceber o erro.


O árbitro já foi agredido há dez anos, em 2005, durante um jogo do Campeonato Chileno, quando expulsou o goleiro Ignacio González, do Unión Española. O argentino já vinha discutindo com ele durante a partida e levou um amarelo por reclamação, até que Osses correu do meio-campo até a área com o vermelho na mão.

González partiu para cima e deu um empurrão na região do peito, o que fez o juiz ir chão. Posteriormente, o goleiro foi suspenso por 22 jogos.

Enrique Osses durante a final São Paulo x Tigre da Copa Sul-Americana de 2012.

Enrique Osses também era a maior autoridade na final da Copa Sul-Americana de 2012 entre São Paulo e Tigre-ARG no Morumbi, quando os jogadores argentinos acusaram policiais de agressão no intervalo. A equipe visitante disse que o árbitro foi testemunha dos incidentes, mas que na súmula da final não os colocou, e o time tricolor acabou declarado campeão.
No ano anterior, na decisão do Apertura chileno, a Universidad de Chile goleou por 4 a 1 a Católica, e os atletas do time perdedor quiseram agredir o juiz, criticado por dar dois pênaltis para La U e ter expulsado dois jogadores cruzados. O volante Francisco Pizarro de fato conseguiu, acertando um pontapé, conforme o próprio Osses revelou.
Em 2008, novamente com a Católica envolvida: a equipe perdia por 3 a 1 para o Colo-Colo, e elenco e comissão técnica foram tirar satisfação com o árbitro, dizendo que ele estava favorecendo os rivais. Como resultado, a UC ficou com quatro jogadores a menos, e a vitória acabou com os caciques.

Uma vez, Enrique Osses admitiu erros. E todos em uma final do Chileno.

A Universidad de Chile se sagrou tricampeão nacional com a vitória sobre o O'Higgins na disputa do título do Apertura de 2012, e o apitador reconheceu que "têm alguns erros que foram objetivos e outros que amplificou a imprensa para gerar polêmica".
"Evidentemente o pênalti que cobrou Marino é o erro mais grave, junto com o pênalti de Enzo Gutiérrez. Senti que as críticas tiveram falta de clareza e foram submetidas. Para mim, foram só duas jogadas polêmicas", disse em seu mea-culpa.
Apesar disso, ele foi eleito o melhor árbitro sul-americano daquele ano.

Psicóloga pede mais autonomia a Neymar e sugere Robinho ao seu lado

Neymar decepcionou na partida contra a Colômbia, pela Copa América, e acabou expulso ao final do jogo

Mais autonomia, mais voz ativa, mas importância nas decisões táticas e técnicas do time. Neymar estaria precisando mudar de postura dentro da Seleção Brasileira e mudar seu patamar dentro do grupo. Tudo de acordo com Sônia Román, ex-psicóloga do craque, ainda nos tempos de Santos. À Gazeta Esportiva, a doutora sugeriu, inclusive, que o camisa 10 diga a Dunga que quer atuar ao lado de Robinho no comando ofensivo do time canarinho para se sentir mais à vontade.
"Ele está irritado, sente que precisa resolver, precisa fazer mais. Sozinho não vai conseguir. Precisa, literalmente, chamar na chincha. Não pode ser bobo do treinador. Já está na hora de parar com essa submissão ao técnico, ele não é cobrado como um jogador normal. O que o Robinho está fazendo no banco? Os dois juntos podem fazer mais, ele não pode ser o herói sozinho de uma seleção", analisou.
Sônia saiu logo em defesa de seu "bom menino", quando questionada sobre os excessos de Neymar na derrota brasileira para a Colômbia, na última quarta-feira. Ela acredita que o atacante precisa exigir mais de seus companheiros.
"Ninguém comete excessos à toa. Milhões de brasileiros em cima do menino não vai legar a lugar nenhum. Falta motivação aos outros dez, falta psicologia. Toda vez que ele é muito marcado, se irrita, não consegue resolver como sempre e se estressa. Talvez as questões da CBF extracampo estejam incomodando no ambiente", completou.

A Seleção Brasileira perdeu por 1 a 0 para a Colômbia na última quarta. Durante o jogo, Neymar recebeu cartão amarelo e, ao final, foi expulso pelo árbitro por ter chutado a bola em direção ao colombiano Armeno. O craque está temporariamente suspenso apenas do próximo jogo do Brasil, contra a Venezuela, mas ainda será julgado.

"Ver de fora é fácil, quero ver encarar lá dentro", terminou Sônia, justificando o destempero de Neymar após a apresentação ruim da equipe.

6 respostas para entender de vez o que mudou na previdência

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A presidente Dilma Rousseff vetou ontem a mudança na previdência aprovada pelo Congresso e propôs uma outra mudança no lugar. A proposta da presidente foi publicada como Medida Provisória nesta quinta-feira e já está valendo. O texto muda o famigeradofator previdenciário, e tem consequências diretas na aposentadoria dos brasileiros.
Veja a seguir seis respostas para entender de vez o que muda na sua aposentadoria:
1 - O que é o fator previdenciário?
O fator previdenciário foi criado no governo FHC para desestimular aposentadorias precoces e tenta mitigar um problema sério: o aumento nos gastos da Previdência Social. O dispositivo leva em conta a expectativa de vida do contribuinte, sua idade e tempo de serviço.
2 - Qual o problema com ele?
O fim do fator previdenciário é uma reivindicação história dos movimentos sindicais. Isso porque esse dispositivo tem reflexo direto no valor do benefício pago a quem se aposenta por tempo de serviço, antes de completar a idade mínima de 65 anos para homens e 60 anos para mulheres. Isso prejudica quem começou a contribuir cedo com a previdência.
3 - Qual era a proposta do Congresso?
A proposta aprovada no Congresso modificava esse sistema e o substituía pelo sistema chamado de 85/95. Por esta fórmula, o trabalhador teria direito à aposentadoria integral, caso a soma de sua idade e seu tempo de contribuição fosse igual a 85 para as mulheres e 95 para os homens. Com isso, a conta ficaria mais justa para quem tem mais tempo de contribuição.
4 - Por que Dilma vetou esse projeto?
Dilma vetou o projeto porque o governo acredita que, do jeito que estava, a fórmula iria quebrar a Previdência Social no futuro, já que a expectativa de vida da população vem crescendo.
5 - O que a presidente propôs no lugar?
Dilma aproveitou a ideia proposta pelo Congresso, mas fez algumas alterações. A fórmula 85/95 passa a valer a partir de agora, mas a soma será elevada gradativamente até chegar a 95/100.
O primeiro aumento ocorrerá em 1º de janeiro de 2017. Nesta data a pessoa que quiser se aposentar e receber o benefício integral precisará atingir 86/96, na soma de tempo de contribuição e idade. A fórmula ganhará um ponto a mais, de dois em dois anos, até chegar a 95/100 em 2022.
6 - Como fica isso num exemplo prático?
Hoje, com a nova regra que já está valendo, um homem que queira receber aposentadoria integral deverá ter a soma de tempo de contribuição e idade igual a 95. Ele pode ter 65 anos de idade e 30 de contribuição, por exemplo. Em 2017, a soma precisará ser igual a 96. Ou seja, ele precisará ter 66 anos, ou 31 anos de contribuição para fechar a conta. 

Renan sinaliza que Congresso fará mudanças na MP da aposentadoria

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BRASÍLIA -  O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), sinalizou nesta quinta-feira, 18, que o Congresso vai fazer mudanças na Medida Provisória 676, que institui uma nova fórmula para o cálculo da aposentadoria.
"O fundamental é que a medida provisória seja aprimorada no Congresso Nacional. Ela parte do 85/95, isso já é um avanço. O que nós precisamos é mudar a regra de progressividade para que ela não acabe comendo o 85/95. Esse é o papel do Congresso", disse.
No fim da tarde, Renan falou mais uma vez no dia sobre o novo cálculo da aposentadoria, afirmando que, se a regra da progressividade anular a fórmula 85/95, caberá ao Congresso modificá-la. Desta vez, Renan foi assertivo ao dizer que não devolverá a Medida Provisória 676/2015, que instituiu as novas regras da aposentadoria. 
"Com relação à regra de progressão, vamos ter a oportunidade, afinal, para melhorá-la, modificá-la, e esse é o estado de espírito do Congresso. Acho que a regra de progressividade precisa, sim, ser modificada."
O Planalto editou uma MP hoje que assegura, para a aposentadoria integral, a regra de 85 pontos (idade+tempo de contribuição para mulheres) 95 pontos (idade+tempo de contribuição para homens). Essa fórmula  já havia sido aprovada pelo Congresso na MP 664, vetada por Dilma.
A partir de 2017, no entanto, esse cálculo de 85/95, de acordo com a nova MP, será alterado progressivamente. O texto diz que essas somas de idade e de tempo de contribuição serão majoradas em um ponto em: "1º de janeiro de 2017; 1º de janeiro de 2019; 1º de janeiro de 2020; 1º de janeiro de 2021; e 1º de janeiro de 2022".
Segundo o presidente do Senado, a tramitação da nova MP será uma oportunidade para debater a melhor fórmula. Ele disse que está disposto a "colaborar" neste esforço.  Renan sinalizou que, com a edição da nova MP, não deve colocar em votação na sessão do Congresso prevista para o dia 14 de julho o veto de Dilma à Medida Provisória 664.
"A apreciação desse veto vai, sobretudo, depender de como o Congresso vai receber essa (nova) MP. O Congresso vai ter na tramitação dessa MP uma oportunidade de garantir o 85/95 e resolver, definitivamente, essa questão da progressividade. Porque ao final e ao cabo, essa progressividade não pode anular os ganhos que obtivemos com a regra 85/95", frisou. 

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Deputados aprovam novas datas de posse para presidente da República e governador

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Para ajustar as novas regras políticas ao que já foi aprovado pelo plenário da Câmara na noite de quarta-feira (10), deputados fizeram nesta quinta (11), uma mudança de última hora na emenda que já alterava a atual data de posse para presidente e vice-presidente da República e para governadores. Os deputados aprovaram há pouco, por 386 votos a favor, 10 contra e 9 abstenções, que a atual data prevista na Constituição de dia 1º de janeiro, passará a ser no dia 5 de janeiro.
A proposta inicial era alterar para o 1º dia útil do ano, mas sem esta mudança de última hora, que passa a valer a partir deste mandato, o país teria dois presidentes da República – um em mandato e outro eleito – entre o dia 1o de janeiro e o 1o dia útil do ano seguinte.
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) explicou que, com a nova data, o presidente da Câmara assumirá a cadeira no Planalto entre o dia 1o e 5 de janeiro, como prevê a Constituição - e apenas nas próximas eleições - para que o processo eleitoral se adapte às modificações dos prazos.
Na mesma discussão ficou decidido que a posse de governadores e vice-governadores passa a ser no dia 4 de janeiro, permitindo que esses eleitos possam acompanhar a posse presidencial. Cunha encerrou a sessão em seguida e, por um acordo em plenário, adiou para a próxima terça-feira (16) as emendas que tratam da idade mínima para prefeitos e da fidelidade e federação partidárias de candidatos.
A votação da reforma política foi retomada pouco antes das 11h de hoje. Os deputados aprovaram mudanças como a idade mínima exigida para deputados federais e estaduais – que passa dos atuais 21 para 18 anos – e de senadores e governadores, que passa a ser de 29 anos e não mais de 35 e 30 anos, como respectivamente, exige a atual lei.
Na noite de ontem, os parlamentares avançaram em outros pontos e aprovaram o mandato de cinco anos para todos os cargos eletivos de presidente da República, senadores, governadores, deputados federais, estaduais, prefeitos e vereadores, rejeitando a coincidência das eleições para todos estes cargos. O voto obrigatório também foi mantido pelo plenário.